Krall é bela (há controvérsias) – desculpe uma certa misoginia ou considerar essa qualidade –, talentosa, intérprete de voz inigualável, sensual, quente, além de excepcional pianista. Tal como Nat King Cole, abriu mão de ser o gênio do piano e priorizar o seu lado cantor. Diana, hoje, mais cantora que pianista, até hoje, não assumiu exatamente esse papel. Nunca deixou de apresentar-se sentada usando o instrumento como “acessório”. Nat, ao contrário, assumiu o papel e, carismático, foi o primeiro negro a ter um programa de TV (durou pouco, apesar do sucesso, pois ninguém – leia-se brancos – teve coragem de patrocinar a atração).
Além de bons instrumentistas, como Oscar Peterson, Oliver Jones, Dave Young, Renee Rosnes, Gil Evans e Maynard Ferguson, o Canadá tem sido pródigo em revelar bons cantores como Paul Anka, Michael Bublé (há controvérsias se ele é bom), Sophie Milman (é russa naturalizada canadense), Holly Cole, Carol Welsman, Nikki Yanowsky (mais pop que jazz), Susie Arioli, Brigitte Zarie, Emilie-Claire Barlow, Elizabeth Shepherd (é a diferente) e Laila Biali. Nenhuma das citadas é um Neymar, no entanto, merecem atenção, caso de Carol Welsman. É bonita, no alto de seus 55 anos, uma loura de belo porte, uma potranca, como diria um amigo, toca piano e canta. Quando se apresentou em São Paulo, no Bourbon Street, nos impressionou, a mim e ao Carlos Conde, não apenas por essas qualidades, mas por um pequeno detalhe: apresentou-se descalça. Depois do show, fomos ao camarim e ganhamos autógrafos nas capinhas de CD que tínhamos levado.
Veja Carol com Djavan e Oscar Castro-Neves, cantando em português.
Do time das veteranas, outra bem conhecida é Holly Cole. Não é uma grande cantora, mas tem seu encanto. Veja-a cantando I Can See Clearly Now.
Das mais (um pouco mais) novas, Emilie-Claire Barlow é bem interessante. Seu Live in Tokyo (2014) é muito bom mesmo, bem vibrante. O último também é bem interessante. Clear Day é Barlow com a Metrople Orkest. Veja a apresentação do CD mais recente.
Ouça Like a Lover, de Dori Caymmi, com Emilie-Claire.
Nikki Yanofsky é menos interessante. Ela não se decidiu se quer ser uma cantora de jazz ou ser pop. Aqui ataca no jazz cantando o clássico You’ve Changed.
Susie Arioli não faz feio cantando Pennies from Heaven.
Laila Biali, com Krall, canta e toca pian, como Krall e Welsman.
Veja Biali cantando Show Me the Place, de seu conterrâneo Leonard Cohen.
Laila canta outro conterrâneo, dessa vez, Neil Young (Heart of Gold).
Não poderia faltar outra canadense. Laila canta Woodstock, de Joni Mitchell.
Sophie Milman preenche, com méritos, vários quesitos para ser uma estrela. COnfira em Água de Beber.
Outra: La vie en rose.
No clássico Like Someone in Love.
Quer saber um pouco mais de Milman? Leia em http://guenyokoyama.blogspot.com.br/2012/05/sophie-milman-cantora-que-veio-do-frio.html
Além de bons instrumentistas, como Oscar Peterson, Oliver Jones, Dave Young, Renee Rosnes, Gil Evans e Maynard Ferguson, o Canadá tem sido pródigo em revelar bons cantores como Paul Anka, Michael Bublé (há controvérsias se ele é bom), Sophie Milman (é russa naturalizada canadense), Holly Cole, Carol Welsman, Nikki Yanowsky (mais pop que jazz), Susie Arioli, Brigitte Zarie, Emilie-Claire Barlow, Elizabeth Shepherd (é a diferente) e Laila Biali. Nenhuma das citadas é um Neymar, no entanto, merecem atenção, caso de Carol Welsman. É bonita, no alto de seus 55 anos, uma loura de belo porte, uma potranca, como diria um amigo, toca piano e canta. Quando se apresentou em São Paulo, no Bourbon Street, nos impressionou, a mim e ao Carlos Conde, não apenas por essas qualidades, mas por um pequeno detalhe: apresentou-se descalça. Depois do show, fomos ao camarim e ganhamos autógrafos nas capinhas de CD que tínhamos levado.
Veja Carol com Djavan e Oscar Castro-Neves, cantando em português.
Do time das veteranas, outra bem conhecida é Holly Cole. Não é uma grande cantora, mas tem seu encanto. Veja-a cantando I Can See Clearly Now.
Das mais (um pouco mais) novas, Emilie-Claire Barlow é bem interessante. Seu Live in Tokyo (2014) é muito bom mesmo, bem vibrante. O último também é bem interessante. Clear Day é Barlow com a Metrople Orkest. Veja a apresentação do CD mais recente.
Ouça Like a Lover, de Dori Caymmi, com Emilie-Claire.
Nikki Yanofsky é menos interessante. Ela não se decidiu se quer ser uma cantora de jazz ou ser pop. Aqui ataca no jazz cantando o clássico You’ve Changed.
Susie Arioli não faz feio cantando Pennies from Heaven.
Laila Biali, com Krall, canta e toca pian, como Krall e Welsman.
Veja Biali cantando Show Me the Place, de seu conterrâneo Leonard Cohen.
Laila canta outro conterrâneo, dessa vez, Neil Young (Heart of Gold).
Não poderia faltar outra canadense. Laila canta Woodstock, de Joni Mitchell.
Sophie Milman preenche, com méritos, vários quesitos para ser uma estrela. COnfira em Água de Beber.
Outra: La vie en rose.
No clássico Like Someone in Love.
Quer saber um pouco mais de Milman? Leia em http://guenyokoyama.blogspot.com.br/2012/05/sophie-milman-cantora-que-veio-do-frio.html
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