Uma das poucas formas de se saber um pouco mais dela é acessando sua página oficial (http://www.virginieteychene.com/index.html). Fico sabendo que cursou Literatura e Direito, antes de seguir a carreira de cantora. Seu primeiro álbum é “Portraits” (Altrisuoni 2007). Em 2008, na International Vocal Jazz Competition, em Juan les Pins, onde tradicionalmente acontece um festival, ganhou o “Prix du Juri” e “Prix du Public”, ao mesmo tempo.
O crítico Xavier Prévost, a propósito de seu álbum de estreia, escreveu que “essa jovem cantora mostra uma notável maturidade, dominando o idioma do jazz com uma expressividade muito profunda. Nestes tempos insípidos, sua originalidade aquece os corações, as almas e o espírito.”
Um dos destaques de seu disco de estreia é “Zingaro”. Veja Teychiné cantando esse clássico de Tom Jobim.
Depois de “Portrait”, lançou “I Feel So Good” (Altrisuoni 2009). “Double Rainbow” é um relançamento com os dois em um único CD, pela Jazz Village, selo de jazz da Harmonia Mundi.
“Bright and Sweet” (2012) é seu melhor disco, e é onde explora os scats, temas em uptempo e encanta com brilhantes interpretações de standards, como “Don’t Explain” e “Goodbye Pork Pie Hat”, além de clássicos contemporâneos como “Dry Cleaner from Des Moines”, de Joni Mitchell, e de quebra, “Para Que Discutir com Madame” e “Por Toda Minha Vida”, cantadas em impecável português.
“Bright and Sweet” (2012) é seu melhor disco, e é onde explora os scats, temas em uptempo e encanta com brilhantes interpretações de standards, como “Don’t Explain” e “Goodbye Pork Pie Hat”, além de clássicos contemporâneos como “Dry Cleaner from Des Moines”, de Joni Mitchell, e de quebra, “Para Que Discutir com Madame” e “Por Toda Minha Vida”, cantadas em impecável português.
Ouça “Por Toda Minha Vida”.
Teychiné canta “Rat Race” em apresentação no Jazz in Marsiac. Manda bem nos tempos rápidos.
Outra ótima é “Dry Cleaner from Des Moines”, de Joni Mitchell.
Uma das melhores é “Angel Face”.
“Encore”, de 2015, é seu mais recente. Bom CD. Como sempre, inclui temas brasileiros, como “Eu Sei Que Vou Te Amar” e “Doralice”.
Ouça esta última.
Bom, como ela é francesa, é preciso uma cantando em sua língua original. Veja o clipe oficial de “C'était bien”, de Gaby Verlor, conhecida na voz de Juliette Greco.
E, outra em francês: “Septembre” a última do disco. Na abertura, Olivier Ker Ourio toca um trechinho de “The Man I Love”.
