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| WomanChild, o álbum do ano |
1. Cécile McLorin Salvant - WomanChild (MackAvenue Records)
2. Ambrose Akinmusire, The Imaged Savior Is Far Easier to Paint (Blue Note)
3. Dave Holland & Prism, Prism (Dare2)
4. Gregory Porter, Liquid Spirit (Blue Note)
5. Pat Metheny Unity Group, Kin (Nonesuch)
6. Frank Wess, Magic 101 (IPO)[sobre o álbum, leia em http://bit.ly/1zVlcsM]
7. Kenny Garrett, Pushing the World Away (MacAvenue)
8. Jane Ira Bloom, Sixteen Sunsets (Outline)
9. The Bad Plus, The Rite of Spring (Sony Masterworks)
10. Terence Blanchard, Magnetic (Blue Note)
11. Dave Douglas Quintet, Time Travel (Greenleaf)
12. Keith Jarrett/Gary Peacock/Jack DeJohnette, Somewhere (ECM)
13. Eric Alexander, Chicago Fire (High Note)
14. Preservation Hall Jazz Band, That’s It! (Sony/Legacy)
15. Matt Wilson Quartet + John Medeski, Gathering Call (Palmetto)
16. Michele Rosewoman’s New Yor-Uba, 30 Years! A Musical Celebration of Cuba in America (Advance Dance Disques)
17. Chucho Valdés, Border-Free (Jazz Village)
18. Chick Corea, The Vigil (Stretch/Concord)
19. Wadada Leo Smith & TUMO, Occupy the World (Tum)
20. Craig Taborn Trio, Chants (ECM)
Liquid Spirit é o segundo álbum de Gregory Porter que fica em quarto, segundo os críticos. Veja-o interpretando música título.
The Imaged Savior Is Far Easier to Paint, de Ambrose Akinmusire ficou em segundo lugar. O trumpetista é outro novato que promete. Ouça As We Fight, a segunda faixa.
Frank Wess faleceu em outubro do ano passado, aos 92 anos. Manteve-se ativo até pouco antes da morte. Seu Magic 101, merecidamente, ficou em sexto lugar. Ouça The Very Thought of You.
Do 21º ao 30º. Os destaques, dentre os que ouvi, muito bom é a mais nova aventura orquestral de Darcy James Argue’s Secret Society (Brooklyn Babylon). Bons são também o da New Gary Burton Quartet (Guided Tour), com o pianista revelação Vadim Neselovskyi; o de Catherine Russell (Bring It Back), do qual escrevi em http://bit.ly/1p6sQLb; 3 Cohens (Tighrope) [ouça algumas músicas desse álbum em http://bit.ly/1zTUQYo]; de Tierney Sutton (After Blue), seu tributo ao disco Blue, de Joni Mitchell; de Bill Frisell (Big Sur); e, por fim, o de Fred Hersch com Julian Lage (Free Flying). Lage é um dos guitarristas que tem se destacado entre os novos.
O destaque do ano. Quem “explodiu” nessa votação foi Cécile McLorin Salvant. Em outro post comento mais sobre ela. Surpreendente para uma cantora que acabou de ter seu primeiro disco gravado nos Estados Unidos. Em 2010, venceu o Thelonious Monk Internationals Jazz Vocals Competition. Desbancou, nesse ano, outra intérprete em ascensão, a francesa baseada em Nova York, Cyrille Aimée. Coincidência que os dois nomes tenham raízes francesas.
Cécile veio como um tsunami. Ficou em primeiro como “rising star” e na principal na categoria ”female vocalist”. Confundiu a cabeça dos críticos. É um caso especial. Ficou em primeiro como a “artista do ano” na categoria “rising star”. Fora isso, seu disco WomanChild foi considerado o melhor do ano. É para poucos. E conseguiu algo que parecia improvável: desbancar a eterna eleita Cassandra Wilson. Conseguiu o mesmo que Gregory Porter. O autor de Be Good (ouça em http://bit.ly/UjCi2R), o quarto melhor álbum de 2012, ficou em primeiro, tirando Kurt Elling, depois de um reinado de mais de uma década. Fora isso, foi eleito o “jazz artist” do ano. Pelo jeito, é o ano dos cantores. Há muito não acontecia isso.
Veja Cécile McLorin Salvant cantando I Didn’t Know What Time It Was, no Dizzy’s
Veja Cécile McLorin Salvant cantando I Didn’t Know What Time It Was, no Dizzy’s

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