segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Pouco faladas: Sheila Landis

Alguém ouviu falar de Sheila Landis? Pois sua carreira começou em 1973, portanto, há quase 40 anos. E mesmo assim, nem mereceu uma biografia na Wikipedia. Ser pouco conhecida não significa que seja ruim. Uma das explicações pode estar texto publicado no site AllMusic sobre ela: “Landis tem uma voz extremamente flexível e uma grande habilidade para usá-lo com grande vantagem. Ela faz scats, canta baladas, adora ritmos latinose tem balanço. Faz jazz, rock, o bebop, bem como a América com serenidade absoluta. Esta elasticidade multifacetada musical lhe permite participar em qualquer cenário de jazz com facilidade e com excelentes resultados. Landis optou por se considerar um artista de Detroit, fazendo a maioria do seu trabalho e em torno dessa cidade.”

Um disco de Landis parou nas minhas mãos pelo Carlos Conde, que comprava tudo. Como compro “quase tudo”, não resisti. Há uma atmosfera leve, nos arranjos que privilegiam a guitarrra de Rick Matle. Ouvimos um Hammond que parece “vir de longe”, um baixo discreto, como a bateria. Sheila tem uma bela voz, com boa extensão e não teme escalas mais altas. Se Sheila não é Sarah, assim mesmo, dá para ouvir e curtir.

Experimentem Fever (antigo clássico conhecidíssimo na interpretação de Peggy Lee)…



… e a instrumental Not to Worry (Rick Matle na guitarra).

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