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| Marr em foto de divulgação da Warner |
Enquanto Morrissey partia para a carreira solo, Marr virou sideman de luxo. Tocou com os Talking Heads, Pretenders, Pet Shop Boys, Billy Bragg, Beck e participou das bandas Modest Mouse, The Healers, The Electronic (com o “new order” Peter Hook) e The Cribs. Foi morar em Portland, Oregon. A decisão de realizar o álbum coincidiu com a volta à Manchester natal. Bem simbólico, não?
À parte a indulgência, natural que os fãs dos tempos dos Smiths queiram ouvir a guitarra que foi a alma da banda. A grande qualidade era a perfeita harmonia das letras torturadas, a voz de Morrissey e o som especial de Marr, discreto, presente em cada acorde de canções como Money Changes Everything (leia: http://bit.ly/15haSPA), Hand in Glove, How Soon Is Now? e This Charming Man. E quem ouvir The Messenger não ficará decepcionado. O passado se foi e não existe a mínima possibilidade de uma reunião dos Smiths (é o que Marr afirma). Sem letras de Morrissey, a voz é de Johnny. Mas seus admiradores querem mesmo é ouvir os sons de sua guitarra. Gary Mulholland, da Uncut, na crítica em que dá nota 7, escreve acertadamente que Marr continua sendo “um dos melhores barulhos [noise] da Terra.”
Veja o vídeo de The Messenger.
New Town Velocity.
European Me.
Say Demesne.
Upstarts.
Lockdown.
Say Demesne.
Upstarts.
Lockdown.

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