segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Novo Interpol

Minha prima foi morar em Los Angeles e, como sempre, generosa, mandou-me um presente pelo iTunes. Foi mão de obra conseguir o “redeem”. Por questões de direitos autorais, a loja brasileira da Apple não vende música nem filmes. É uma pena. É tanta coisa que a gente perde.

Tive de colocar um endereço americano – sem poder comprar – só se você tiver um cartão de crédito americano – e, assim, poder receber o belo presente que a Fernanda enviou: o último Interpol.

Bela banda! No começo, ficaram estigmatizados como cópia do Joy Division. Culpa da voz grave de Paul Banks – nem tão soturna quanto a de Ian Curtis – e de um som com fortes marcações de baixo e riffs que se repetem ad infinitum. Injusto. Mesmo assim, não se deve desconsiderar as influências. O penúltimo CD, Our Love Admire, dessa banda novaiorquina é, realmente, bom. Essa último, ando escutando por esses dia. É bom, também.

Uma palhinha. Ouça Success, primeira faixa. Sinta a marcação do baixo.


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