terça-feira, 11 de agosto de 2015

Hindi Zahra

Capa de Homeland, de Hindi Zahra
O início de To the Forces lembra Tom Waits dos anos 1980, pela instrumentação, com uma guitarra bem característica, a la Marc Ribot e pela batida da bateria. É uma canção cantada em inglês, mas quem a interpreta é uma marroquina. Mora na França desde 1993. Pesquisando, descubro que é atriz também. Participou em um filme no ano passado dirigido por Fatih Akin, o mesmo de Soul Kitchen.

To the Forces surpreende e me faz querer conhecer um pouco mais a música de Hindi. Silence vai no mesmo tom da primeira. O ritmo realçado pela percussão é agradável e o som, bem interessante. É música ocidental com alguma puxada oriental. Sua voz é também agradável. Algo nela me atrai. Sempre me interessei por músicos vindos de lugares distantes do nosso universo musical. Fusões de culturas são sempre interessantes.

Any Story, a terceira, soa muito bem na minha sala mal iluminada.

Veja o clipe da bela Any Story.




Un jour é a primeira cantada em francês. Não é tão boa quanto as três primeiras. Soa pop francês. Mas, com isso, não quero dizer que é ruim.




A quinta, Can We Dance, é leve, e mantêm-se a batida meio bossa nova. La Luna tem andamento um pouco mais lento, com sons de violões de muito bom gosto.




The Blues é uma das mais interessantes. É uma das minhas preferidas.




Broken Ones tem um clima meio de sonho, quase um pesadelo. É outra das minhas preferidas. É acompanhada pelo violão e uma base de cordas bem discreta. As restantes são Dream, Cabo Verde e The Moon Is Full.

Há sempre uma novidade no horizonte.

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