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| A deusa Nina |
Black Is the Colour (of My True Love’s Hair) ficou conhecida em 1915 e tem origem do folclore escocês. É o que o pesquisador Alan Lomax. O primeiro registro é de Lizzie Roberts, em 1916.
A Nina mais conhecida, é de Ne me quite pas, Lilac Wine, Little Girl Blue, Don’t Let Me Be Misunderstood, porém, nenhuma das citadas é de sua autoria, nem de Strange Fruit, que é creditada a Lewis Allan, pseudônimo de Abel Meropool. Mas Nina tem aquele poder de transformar suas versões em interpretações definitivas.
Nos anos em que esteve ligada à Colpix, ela tendia mais à linguagem do jazz e em anos posteriores, gravando pela Philips e RCA, ficou, digamos, mais pop. E são esses os registros que a maioria do público conhece. Foi também o período de seu amadurecimento como a intérprete intensa e dramática que encanta a todos.
O primeiro registro de Black Is the Colour – pelo menos, é a que tenho notícia – é a da apresentação no Town Hall em Nova York, em 1959. A consagrada está no LP Wild Is the Wind (1964).
Ouça a versão de 1959.
Ouça a de 1964.
Veja Nina em performance, em 1969.
Muito bom esse vídeo de apresentação na Itália.

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