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| Novo disco do Primal Scream |
Bobby começou baterista do Jesus and Mary Chain e depois, criou o Primal Scream. O tal do “grito primal” foi moda depois de John Lennon e Yoko Ono apregoarem as virtudes terapêuticas da Terapia Primal, criada pelo psicoterapeuta Arthur Janov. Alguém se lembra de uma música em que Yoko fica o tempo todo gritando ou qualquer coisa parecida? Seus “poderes terapêuticos” ecoaram posteriormente com a banda Tears for Fears e virou nome da banda de Gillespie. Hoje, pouco se fala disso. Procure na internet.
O cantor líder do Primal Scream fez ecoar seus gritos em nomes “ruidosos” como Screamdelica, o grito psicodélico, Exterminator (grafado XTRMNTER), Vanishing Point, nome de um filme cult belíssimo, Evil Heat e Riot City Blues. Segundo a crítica, Bobby era uma espécie de Mick Jagger da geração rave. A associação não é tão delirante. A levada de Movin’ On Up, a primeira de Screamadelica, é próxima à fase de Their Satanic Majesties, Let It Bleed e The Beggars’ Banquet, dos Stones.
Veja Movin’ On Up. Faz parte do DVD comemorativo dos 20 anos do lançamento de Screamadelica.
Psicodelia e rave combinam com drogas. É, elas passaram a atrapalhar a criatividade de Bobby. Parou faz cinco anos. O último, antes de More Lights, que acaba de ser lançado, foi Beautiful Future, em 2008. Uma das faixas conta com um convidado muito especial.
Ele andava pelas ruas de Londres e avistou o ex-vocalista do Led Zeppelin Robert Plant. Sentaram-se no café e Plant perguntou se precisava de alguma ajuda. Perguntou-lhe se toparia participar do disco que estava gravando. Dias depois, Plant deixou uma mensagem eletrônica no telefone dizendo-lhe que passaria no estúdio com sua gaita. E deu que ele participa de Elimination Blues, nona faixa do álbum.
Confira.

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