terça-feira, 29 de janeiro de 2013

As minhas duas preferidas de Paul McCartney depois do fim dos Beatles

Paul por Linda McCartney
Quando assisti ao show de Paul McCartney no Engenhão, Rio de Janeiro, em maio de 2011, percebi a minha ignorância em relação ao seu repertório pós Beatles: gente de menos de 20 anos cantava junto canções que eu mal conhecia. Assumindo minha ignorância musical digo que, das que conheço, as duas que mais gosto são Ram On e Junk. Num esforço “auditivo” ouvi três horas de Paul na coletânea Wingspan e All the Best! Vou contrariar muita gente, mas considero-as bem inferiores em relação às que assinava com John Lennon. Gosto de Ram (1971), Wild Life (1971), o primeiro Wings, e Tug of War (1982). Gosto também de Unplugged (The Official Bootleg), mas por razões bem específicas.

Junk é quase uma vinheta: tem apenas 1 minuto e 55 segundos. Foi lançada no primeiro disco depois da separação dos Beatles, em 1970. Ram on é do segundo, o que me faz crer – na minha opinião, repito – que piorou depois disso.

Ouça Ram On.




Ouça o Junk original, com Paul.




Existem vários cover de Junk. A de John Denver, lançada em 1971 deve ter sido a primeira e é muito boa. Ouça.




As que tenho em meus arquivos também são boas. Uma delas é a da brasileira BluBell (Bel Garcia, assinava BlueBell e depois tirou o “e”), acompanhada por ukulele – presumo –, instrumento que Paul gosta de tocar de vez em quando.




Mais uma: cantada por Kim Liggett, está no disco Easy to Remember (2004), do clarinetista Ken Peplowski.




Mas a melhor é a da cantora lírica Anne Sofie von Otter em disco com Elvis Costello – For the Stars (2004) –, lançado pela Deutsche Grammophon. Juntaram com Broken Bycicles, de Tom Waits. Ficou genial.



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